O autor examina a natureza do contato e os fatores que
podem facilitá-lo ou bloqueá-lo, apresentando
uma série de modelos que fazem do contato um instrumento
e uma forma eficiente para o desenvolvimento humano. Vislumbra
também aplicações práticas que
transcendem o âmbito psicoterapêutico, ao mesmo
tempo em que deixa claro que esse novo modelo de análise
da experiência humana conduz a novos métodos,
possibilidades e reflexões. Abre-se, assim, uma perspectiva
diferente sobre a complexa questão do diagnóstico
e do prognóstico, permitindo que se amplie o conhecimento
e a vivência da prática clínica.